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Até que enfim! Após tantas indicações e outras tantas em que sequer foi indicado, Leonardo DiCaprio finalmente levou o Oscar de Melhor ator. A Internet parou com a tão esperada vitória. Na minha redondeza teve uma gritaria louca que não esperava. Foi de mais, amanhã já pode ser decretado feriado. 
Essa cerimônia foi muito linda e sem dúvidas com o teor político, por abordar tantos temas revelantes para a sociedade. Todo Mundo Odeia o Cris, foi o mestre de cerimônia do ano, com um monólogo que aplaudi de pé, por seu manifesto pela falta de oportunidade e reconhecimento pelos negros. Cris Rock, conduziu a premiação de forma bem natural, com sua piadas bem humoradas e reflexivas. Seu auge foi a vendas de Cookies das suas filhas escoteiras. Sensacional! 

Eu errei algumas categorias mas acertei muitas. Mad Max: Estrada da Fúria, sai levando tudo. Foram três Oscar seguidos, quase todos em categorias técnicas. Mas saiu como o filme com maior número de estatuetas no Oscar 2016 (seis ao todo). Alejandro González Iñárritu, levou  novamente como melhor diretor, pelo segundo ano consecutivo, levou o Oscar no ano passado por Birdman e desta vez por O Regresso. Mas surpresa total, foi a categoria de melhor filme,  Spotlight - Segredos Revelados foi o grande nomeado. Mesmo torcendo para O Quarto de Jack e acreditando que O Regresso levaria, não fiquei desapontado, por que este filme aborda um tema bem polêmico e não deixa de ser incrível. 
A cerimônia deste ano ficou marcada pelas esperadas premiações de Leonardo DiCaprio e Brie Larson, mas também pela surpresa nas vitórias de Mark Rylance (ator coadjuvante) e Ex-Machina: Instinto Artificial (efeitos especiais). Já o brasileiro O Menino e o Mundo foi derrotado pelo favorito Divertida Mente.

Outra surpresa foi Lady Gaga não levar o Oscar de Melhor canção. Mesmo com sua performance emocionante, Sam Smit nos surpreendeu, com seu discurso em defesa da diversidade. 
Confira abaixo a relação completa dos vencedores do Oscar 2016!


Melhor Filme
Spotlight - Segredos Revelados

Melhor Diretor
Alejandro González Iñárritu (O Regresso)

Melhor Ator
Leonardo DiCaprio (O Regresso)

Melhor Atriz
Brie Larson (O Quarto de Jack)

Melhor Ator Coadjuvante
Mark Rylance (Ponte dos Espiões)

Melhor Atriz Coadjuvante
Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa)

Melhor Roteiro Original
Spotlight - Segredos Revelados

Melhor Roteiro Adaptado
A Grande Aposta

Melhor Filme de Animação
Divertida Mente

Melhor Filme Estrangeiro
Filho de Saul (Hungria)

Melhor Documentário
Amy

Melhor Fotografia
O Regresso

Melhor Trilha Sonora
Ennio Morricone (Os Oito Odiados)

Melhor Canção Original
"Writing's On the Wall" (007 Contra Spectre)

Melhor Figurino
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhor Desenho de Produção
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhor Direção de Arte
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhores Efeitos Especiais
Ex-Machina: Instinto Artificial

Melhor Edição de Som
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhor Mixagem de Som
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhor Edição
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhor Curta-metragem
Stutterer

Melhor Curta-metragem de Animação
Bear Story

Melhor Curta-metragem de Documentário
A Girl in the River: The Price of Forgiveness
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Está chegando a premiação mais aguardada do cinema Mundial, amanhã acontece no Teatro Dolby, em Hollywood (EUA) o nosso querido Oscar.  São 21 categorias a serem premiadas e vou comentar meu palpite para algumas e dar minha mera opinião. Então vamos lá ...


Melhor Animação: 



  • Anomalisa -  Charlie Kaufman, Duke Johnson and Rosa Tran 
  • O menino e o mundo - Alê Abreu 
  • Divertida mente - Pete Docter e Jonas Rivera 
  • Shaun the Sheep Movie - Mark Burton e Richard Starzak
  • When Marnie Was There - Hiromasa Yonebayashi e Yoshiaki Nishimura

Certamente Divertidamente ganha, e merece pelo fato de ser lindo e inovador. A Pixar me surpreendeu com uma animação inteligente, com um roteiro brilhante que agrada mais o público adulto do que o infantil. O filme traz as emoções de uma garota como protagonistas: Alegria, Tristeza, Medo, Nojo(Nojinho), e Raiva, cada um com seus temperamento próprios e cores para diferenciá-los. Ã‰ um belo filme tanto para crianças quanto para adultos e que nos faz refletir como os nossos sentimentos infuenciam na formação do caráter.

Em contra partida temos, O Menino e o Mundo, um filme brasileiro concorrente na categoria. Como tudo pode acontecer, acredito e torço no nosso longa, já que é uma obra linda. Um história muito bela, com traços surpreendentes. 

Canção Original: 


  • Earned It, de “Cinquenta tons de cinza”, música e letra por Abel Tesfaye, Ahmad Balshe, Jason Daheala Quenneville e Stephan Moccio 
  • Manta Ray, de “Racing Extinction”, música por J. Ralph e letra de Antony Hegarty
  • Simple Song #3, de “Youth”, música e letra por David Lang 
  • Til It Happens To You, de “The Hunting Ground”, música e letra por Diane Warren e Lady Gaga 
  • Writing’s On The Wall, de “Spectre”, música e letra por Jimmy Napes e Sam Smith 

Essa categoria é Bapho, como diz o querido Hugo Gloss. Por que eu amei todas músicas. Earned It, eu amei, mas Lady Gaga e Sam Smith também não desapontaram. Tudo indica que Lady Gaga leve essa. Sem contarmos com o fato dela ter ganhado um Globo de Ouro nesse ano.  

Ator Coadjuvante: 


  • Christian Bale - A grande aposta 
  • Tom Hardy - O regresso
  • Mark Ruffalo - Spotlight
  • Mark Rylance - Ponte dos espiões 
  • Sylvester Stallone - Creed 

Tudo indica que Sylvester Stallone será premiado, mas gostei muito de Tom Hard. Ele está nos dois filmes com maior indicações, O Regresso, com 12, e Mad Max, com 10. No drama do diretor mexicano Alejandro Iñárrutu, ele interpreta o caçador Fitzgerald, o selvagem antagonista de Leonardo DiCaprio.

Atriz Coadjuvante: 


  • Jennifer Jason Leigh - Os oito odiados
  • Rooney Mara - Carol
  • Rachel McAddams - Spotlight: Segredos revelados
  • Alicia Vikander - A garota dinamarquesa
  • Kate Winslet - Steve Jobs

Dois nomes se destacam,  Kate Winslet que ganhou o BAFTA e o Globo de Ouro pelo papel e a novata atriz sueca Alicia Vikander, que faturou o SAG e o Critic’s Choice. Acho que o prêmio vai para a Alicia porque a Academia adora honrar “atrizes revelação” nesta categoria (Lupita Nyong’o, lembram?) Ela foi ovacionada pela crítica como a esposa do transgênero interpretado por Eddie Redmayne. 

Ator: 


  • Bryan Cranston - Trumbo
  • Matt Damon - Perdido em Marte
  • Leonardo DiCaprio - O regresso
  • Michael Fassbender - Steve Jobs
  • Eddie Redmayne - A garota dinamarquesa

Essa será a categoria mais aguardada da noite. A torcida está em peso para DiCaprio finalmente levar a estatueta para casa. Eu acho que ele merece, mas por todo o seu trabalho já realizado, não pelo O Regresso pois já o vi em atuações melhores. É uma categoria difícil de opinar, por que gosto de todos os atores. Eddie Redmayne, também é um nome forte, por que brilhou em A Garota Dinamarquesa. 

Atriz: 

  • Cate Blanchet - Carol
  • Brie Larson - O quarto de Jack
  • Jennifer Lawrence - Joy
  • Chartlotte Rampling - 45 anos
  • Saoirse Ronan, "Brooklyn

Sempre a torcida será para Jennifer Lawrence, por que a amo e ela sempre arrasa em todos os papéis. Mas esse ano a estátua vai para Brie Larson. Ela brilha junto com Jacob e os dois levam e prendem o telespectador no filme, sem falar que mostram uma relação linda. Certamente Merece! 

Diretor: 

  • A grande aposta -  Adam McKay
  • Mad Max: Estrada da Fúria - George Miller
  • O regresso - Alejandro G. Iñárritu
  • O quarto de Jack - Lenny Abrahamson
  • Spotlight - Tom McCarthy 

Quem deve ganhar? Alejandro Iñárritu é o favorito, pois venceu o principal prêmio prévio da categoria – o do Sindicato dos Diretores e pode ser que  Academia de Hollywood cometa a ousadia de elegê-lo pelo segundo ano consecutivo (em 2015, ganhou por Birdman). Mas Lenny Abrahmson fez uma tensão habilmente criadaem O Quarto de Jack bem poderia ser valorizada. George Miller também seria uma boa aposta pela criação de um filme capaz de agradar a públicos tão distintos, caso de seu Mad Max: Estrada da Fúria.

Filme:


  • A grande aposta
  • Ponte dos espiões
  • Brooklyn
  • Mad Max: Estrada da fúria
  • Perdido em Marte
  • O regresso
  • O quarto de Jack
  • Spotlight: Segredos revelados

E encerrando, The Oscar goes to ... O quarto de Jack! Gente esse filme merece respeito, merece essa estatueta, pois tudo nele é perfeito. O favorito é O Regresso. 

Então é isso gente, falta pouco para conferirmos essa noite tão especial para todos os amantes do cinema, que metade sai feliz e outra quebra a TV. A TNT exibe o Oscar 2016 no próximo domingo (28), a partir de 20h30. Na TV aberta, a Globo transmite a cerimônia logo após o BBB16. Agora vamos torcer e ver se acertei meus palpites. 


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Oi pessoal, hoje vamos falar sobre esse belo filme O Quarto de Jack, que é um grande indicado em quatro categorias no Oscar. Confesso que já vi o filme faz dias, mas não tive tempo de vir fazer uma postagem sobre, mas estou aqui.

Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade.

Joy é uma garota que aos 17 anos foi sequestrada e é mantida refém por anos pelo Velho Nick. A garota é abusada pelo mesmo, que acaba gerando um filho, o pequeno Jack. A mãe tenta dar os primeiros melhores anos de vida do filho na medida do possível, mas quando o garoto completa 5 anos ela percebe que ele precisa saber a verdade.

O filme é contado pelo ponto de vista de Jack, o olhar de uma criança sobre a tragédia. Confesso que isso era apenas o que sabia do filme, que é o comentário mais forte entre os críticos, a respeito dele. E isso o torna encantador, além de uma história completamente inovadora, que te prende.

 Joy, usa a história de Alice no país das Maravilhas, como cancho para contar a real situação que eles se encontram, para o fillho. Que aquele quarto, era como se eles tivessem preso em um mundo que não é deles e precisam se libertar. Jack, não compreende muito bem a situação pois o único contato com o mundo real, é pela Tv e pela clarabóia, única visão do céu. 

Então a primeira parte do filme, é apenas Brie Larson e Jacob Tremblay presos dentro do quarto. Eles carregam esse primeiro momento do filme sozinhos e a dinâmica e entrosamento dos dois é muito forte. Um ato deste primeiro momento, que me tocou muito, foi a maneira que Joy protege o seu filho do Velho Nick. Ela esconde Jack, dentro de um guarda roupa, que é onde ele dorme para que o Velho Nick, não tenha nenhum contato com ele. E o sequestrador considera Jack como uma menina e talvez esse seja o medo da mãe, que ele acabe abusando de Jack futuramente.

A direção de Lenny Abrahamson, é uma direção muito boa, por que nesse primeiro momento do filme, ele pega dois atores competentes e joga em um cenário tão pequeno e os fazem trabalhar. E após Joy, ter contado ao filho sobre o que significa o quarto, ela passa a planejar planos para que os dois possam sair de lá. E isso acontece de forma grandiosa que me deixou cheio de nós na garganta, mas não vou dar Spoller.

O único ponto falho do filme, foi a maneira que a policial deduz o caso de Jack e encontra a sua mãe, achei que foi muito rápido mesmo o garoto não sabendo explicar a situação. Outra coisa que não sei se perdi, mas não ficou claro foi se o Velho Jack foi preso ou não. 

A partir deste momento, temos Joy e Jack de volta ao mundo real, que para o garoto tudo é uma novidade e isso fica claro em belas cenas narradas por Jack. Mas essa segunda parte, não significa que tudo está bem, agora Joy esta de volta a sua família e com um filho. Ela tem que se readaptar, com as mudanças, com sua família em si, seu pai que não consegue olhar o rosto do filho, Jack que não consegue se encontrar no mundo real, ou se comunicar com outras pessoas. Toda uma pressão que precisar ser superada. 

Tecnicamente o filme também é fantástico, tem uma fotografia incrível, principalmente quando eles estão dentro do quarto e eles conseguem fazer um jogo de câmeras que o deixam maior. E quando eles estão no mundo real, e voltam para o quarto, tanto eles quanto o telespectador percebe essa diferença, que o quarto é bem menor. Vale dizer que a fotografia é bem gélida, bem sombria e no final do filme ela volta a esse tom mais carregado. A trilha sonora não é tão forte mais tem um papel bem importante no filme, principalmente quando Jack reencontra a mãe. 

O filme concorre nas categorias Melhor filme, direção, roteiro adaptado e atriz e sem dúvidas saíra pelo menos com um, já que Brie Larson é a Favorita nessa categoria. Jacob Tremblay, que interpreta Jack, aos nove anos, foi um dos protagonistas da temporada de premiações com muita fofura e pela sua linda interpretação.  O filme venceu o festival de Toronto e, nos últimos anos, produções com essa credencial triunfaram no Oscar. Alguns exemplos são “12 Anos de Escravidão” (2012), “O Discurso do Rei” (2010) e “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008).  Ã‰ o filme mais emocionante entre os concorrentes e o meu favorito.   

É um filme maravilhoso, tanto para quem gosta de suspense, drama, mas que surpreende a todos e garante várias surpresas. 
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Em homenagem aos ganhadores do Grammy, que aconteceu ontem, vamos escultar as músicas que consagram os melhores da noite.

Taylor Swift foi a grande premiada da noite,  com  "1989" que foi escolhido como o Melhor disco do Ano e de Melhor vocal pop. O clipe de "Bad blood" foi o terceiro prêmio da noite para a cantora como o melhor do ano. Era a queridinha da categoria. Eu realmente amei esse disco e fico muito feliz pela Taylor. Confira Bad Blood:



Bruno Mars comemorou o prêmio de melhor gravação do ano com Uptown Funk. Eu amo essa música, quem não? Bruno arraza em TUDO e estou achando ele tão parecido com o Michel Jackson. Confira:


O ruivinho mais fofo da atualidade, não podia de ficar de fora e levou a canção do ano e a melhor performance solo de pop.  "Thinking out loud", de Ed Sheeran, já me fez chorar tanto, merecia! Confira:

 

Meghan Trainor,  toda linda foi a revelação do ano. Quem não ficou viciado em "All about that bass"? Ela ainda ficou bastante emocionada em seu discurso.


Nas apresentações da noite, teve Taylor que cantou seu mais novo single “Out Of The Woods". Eu adorei a performance do Justin, só era para ter tirado aquele boné. Ele apresentou uma versão acústica de “Love Yourself” e  “Where Are Ü Now”, que  ganhou seu primeiro Grammy pela parceria com Skrillex e Diplo em com a música.  O Justin vem crescendo muito musicalmente, to amando suas músicas, só devia melhorar sua postura como pessoa agora. Confira Where Are Ü Now:



As melhores performances foram de Lady Gaga e Adele. Enquanto cantava “All I Ask” Adele enfrentou uma pequena falha técnica no áudio e acabou desafinado, mas  continuou linda. Lady Gaga fez uma homenagem ao cantor David Bowie, que morreu em janeiro aos 69 anos. Ela cantou os clássicos "Space Oddity", "Let's dance" e "Heroes". 

E assim, vou indo pessoas, curto e grosso talvez kkk Na verdade, é apenas uma breve postagem, Até mais! 


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Olá queridos?! Estou tão presente esses dias ne?! É essa maratona de premiações chegando e como sou fascinado, tenho que por todos os indicados em dias para poder opinar. Pois bem, hoje trago a resenha do filme Brooklyn  que traz a história de Eillis (Saoirse Ronan) uma jovem que não vê futuro no conforto de casa, na Irlanda dos anos 40. Encorajada pela irmã – e ajudada por um padre amigo da família –, a jovem decide então tentar algo a mais em Nova Iorque.

Bem, eu não ia assistir Brooklyn, e sim A Garota Dinamarquesa com meu amigo. Eu já vi o filme, mas não me neguei acompanha-lo por isso. Mais após quase uma hora na fila da bilheteria, perdemos a sessão que queríamos e a próxima estava esgotada, e de última hora acabamos comprando Brooklyn. O que não deixava de ser uma boa opção.  
A jovem irlandesa Ellis Lacey (Saoirse Ronan) se muda de sua terra natal e vai morar em Brooklyn para tentar realizar seus sonhos. No início de sua jornada nos Estados Unidos, ela sente falta de sua casa, mas ela vai tentando se ajustar aos poucos até que conhece e se apaixona por Tony (Emory Cohen), um bombeiro italiano. Logo, ela se encontra dividida entre dois países, entre o amor e o dever.
Me imprescionou principalmente a atuação de Saoirse Ronan que é uma atriz que esta inclusive indicada na categoria de Melhor atriz ao Oscar por sua interpretação no próprio Brooklyn. Ela é uma atriz que já acompanho a algum tempo desde de seu trabalho em O Olhar no Paraíso de Peter Jackson, que mesmo bem jovem já despertava o olhar de algumas pessoas. E não só neste filme, creio que muitos questionem essa minha opinião mas adoro a adaptação cinematográfica de A Hospedeira a qual ela protagoniza.

Já em Brooklyn o que me despertou ainda mais o fascínio pela atriz, foi o personagem ter varias transições, dentro da historia. Na América, ela acaba tendo várias metamorfoses de personalidades e carácter e ela conseguiu levar isso muito bem em todo o filme. Ela é bem recebida pela comunidade irlandesa, indo morar numa pensão feminina onde acaba fazendo boas amizades. Ela passa a trabalhar como atendente enquanto estuda contabilidade.
Boa moça, logo surge um pretendente, um humilde rapaz de origem italiana chamado Tony (Emory Cohen). E como sou muito romântico achei lindo a relação dos dois. O primeiro Eu Te Amo de Tony que a pega desprevenida e a deixa sem palavras. E a bela cena da praia a qual ela não sabe que traje de banho vestir.

O filme mesmo sendo dos anos 40, acaba abordando um tema bem presente, como o sexo antes do casamento mas que na época era um escândalo e no filme passa a ser um elo para o matrimônio dos dois. Porém, um incidente com sua família faz com que Eiles tenha que voltar para a Irlanda, onde acaba dividida entre a sua cidade, seus familiares, um novo pretendente e o amor que deixou no Brooklyn.
Já a fotografia é muito linda e impressionante e junto com a produção ela consegue te levar de volta aos anos 40 com uma naturalidade impressionante e principalmente quem se fascina por esses filmes de época vai se identificar facilmente com brooklyn. Um detalhe que passa quase desapercebido é o contraste das cores que são mais intensas quando ela esta na América com Tony e na Irlanda se tornam mais frias. 

É um filme lindo, que vale muito a pena assistir principalmente ao lado de uma pessoa que você gosta e que lhe inspira a dar bons beijos. Não só ao lado de namorado, esposa, mas ao lado de quem você gosta, mãe, pai, irmãos por que é um filme que agrada e prende á todos.





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Simplesmente adorei!!! Nenhuma crítica ou resenha consegue representar a magnitude desse filme! Irreverente e sarcástico,  e com muitas cenas de ação!

Hastag peidei agora kkkkkkk #deadpool #movie
Uma foto publicada por Flahvioh Soares (@flahvioh) em Fev 11, 2016 às 5:20 PST
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Só hoje criei coragem de ir ver A 5ª Onda no cinema, primeiro foi por preguiça e segundo foi por ter visto críticas e comentários de amigos que não falavam bem do filme. Mas arrisquei e fui conferir na Sala XD e não me arrependo, por que os efeitos do filme são muito bem representados na sala, com chuvas, fumaças, ventania, tiros e a cadeira que se movimenta junto com as cenas. É de mais, mas vamos falar sobre o filme.

A 5ª Onda conta a história de Cassie, uma típica adolescente americana, brilhantemente interpretada por Chloë Grace Moretz, que é um amor e a garota ideal para fazer a personagem. Tudo ia muito bem na vida de Cassie até que uma nave alienígena sobrevoa o mundo e logo descobrimos suas reais intenções que é extinguir a humanidade.

A Terra repentinamente sofre uma série de ataques alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético retira a eletricidade do planeta. Na segunda onda, um tsunami gigantesco mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros passam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos ataques anteriores. Na quarta onda, os próprios alienígenas se infiltram entre os humanos restantes, espalhando a dúvida entre todos. Com a proximidade cada vez maior da quinta onda, que promete exterminar de vez a raça humana, a adolescente Cassie Sullivan (Chloe Grace Moretz) precisa proteger seu irmão mais novo e descobrir em quem pode confiar.

Cassie vivia com seus pais, Oliver (Ron Livingston) e Lisa (Maggie Siff), e seu irmãozinho Sam (Zackary Arthur). E era apaixonada por seu colega de classe Ben Parish (Nick Robinson). Um ponto forte do filme é esse primeiro momento, pois ele estabelece uma mitologia forte na serie, mostrando cada um dos personagens, suas relações, e o roteiro é muito bem acertado. E você começa a se importar de fato com esses personagens e ver como era a vida de Cassie, com sua família e amigos antes dos ataques das naves e como ela teve que amadurecer.

A Série de ataques é expendida no filme, com efeitos especiais incríveis. A primeira onda foi um enorme pulso magnético que acabou com a energia do planeta. A segunda onda foi a ocorrência de Tsunamis que a sensação na Sala XD é de outro mundo. A terceira onda foi uma grande contaminação de gripe aviária, onde apenas alguns humanos sobrevivem. 

Neste momento, Cassie, seu pai e irmão decidem fugir para um acampamento de refugiados na esperança de estarem a salvo. A quarta onda foi a infiltração dos aliens entre os humanos para a eliminação do restante da população mundial. E o exercito decide recrutar as crianças para treiná-las para a 5ª Onda que eles alegam ser a extinção em massa.  Este momento o filme passa para outra etapa. Cassie perde o Irmão que foi com o exército e o pai que foi morto no acampamento. Agora ela está sozinha e decide reencontra-lo. 

Sozinha, Cassie é atacado pelos Outros, como são chamados os alienígenas e é resgatada por Evan Walker (Alex Roe). Os dois começam um relacionamento e decidem encontrar o irmão dela, até que segredos são revelados. 

Em meio a isso, temos outra trama acontecendo. Ben está vivo no exercito e é líder da equipe  que o pequeno Sam participa. Bons personagens surgem na trama  Lisa Sullivan (Maggie Siff ),  Ringer (Maika Monroe)  Dumbo (Tony Revolori ) e Teacup (Talitha Bateman). Por ser o mais novo, Ben tenta proteger Sam e não leva-lo para o confronto com os outros. 

O filme é maravilhoso, mas se perde por diversos momentos por clichês já conhecidos, como a proteção do irmão mais novo e o triangulo amoroso, que quebrou o foco do filme. A 5ª Onda é baseado no primeiro livro homônimo do autor Rick Yancey e integra uma trilogia. O segundo livro é chamado "O Mar Infinito" e o terceiro "The Last Star". O roteiro adaptado pode não agradar muito os fãs, mas como qualquer adaptação e por se perder em seu final, dando a impressão que não sabiam como terminar e deixa uma sensação de frustração. O filme é interessante e realmente intrigante e a qualidade dos personagens é a cereja do bolo.
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