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E assim termina 2015!

Flw 2015 😚
Uma foto publicada por Flahvioh Soares (@flahvioh) em Dez 28, 2015 às 6:21 PST





Gente, foi um ano muito difícil para mim. Foi o pior em meus relacionamento pessoais, foram muitos términos, decepções, pessoas que se foram. O pior namoro que ja tive, amizades que pareciam eternas desperdiçadas. Muitas frustrações profissionais e muitas mudanças em tao pouco tempo. 

Descobri que minha casa e minha família, é o melhor lugar para estar. Muitas vezes tinha que fingir estar bem, fingir não está acontecendo nada, mas era lá que esquecia todos os meu problemas, no conforto do abraço de minha Mãe. 

Mudei, mudei, muito, usei cada dia como uma forma de me reinventar e superei tudo isso. Mas o melhor deste ano foi meu relacionamento com Deus. Aprendi a esculta-lo, saber interpretar sonhos, obedece-lo, me deixei ser guiado e realizei trabalhos para Ele. Tudo o que aconteceu este ano foi só para me tirar do foco mas não abro mão dos planos que Deus tem para mim e te agradeço por me amar, apesar das minhas falhas e por sempre me guiar. 

Muito obrigado por tudo, por vocês que neste 5 anos de Blog, tem acompanhado minha vida e minhas fazes. O blog é a nitidez do meu amadurecimento, cada dia teve que se reeinventar. Quando comecei, era apenas um diário de textos virtuias.  Hoje, não uso mais com tanta frequência para postar coisas referentes ao meu lado emocional, mas coisas de meus intereses da atualidade. Hoje sao inumeros blogs com este seguimento, mas sou muito feliz com tudo o que tenho feito aqui. O Blog  continua sendo uma forma de me encontrar e de não enloquecer. 

Por diversas vezes, pensei em parar de escrever aqui e dá lugar a novos projetos pessoais e profissionais, mas não consigo dizer é o fim. E não será mesmo! Quero me dedicar mais aqui, postar com mais frequências neste próximo ano. 

E que nesta noite não seja apenas uma mudança de ano, mas uma mudança de vida. Muuuuuito obrigado por todo carinho de vocês sempre!!!! Desejo muito amor, saúde, alegria, paz, realizações e sucesso a todos!!!! Nos vemos em 2016 com muuuuitas novidades, né? A vida de Flahvioh bombando ainda mais! Vocês são MUITO especiais para mim!!!! Aproveitem muito a virada e nos vemos amanhã!!!!! 

Beijo beijo beijoooo!!!!!!

Que 2016 seja a gosto de Deus 
🎉
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Obrigado gente e estarei respondendo a todos #MyBday 
Publicado por Flávio Soarez em Sábado, 19 de dezembro de 2015

Hoje eu celebro um novo ano, novo tempo em minha vida e neste dia especial, dedico a Deus este dia, meu viver. E eu só posso agradece-lo por tudo que tem me dado, agradecer pela paciência comigo, pelo carinho e colo de pai, pelo perdão por todos os meus erros, por estar e ser comigo em todos os acertos. Por me abrir os olhos e me ensinar a sonhar, por me mostrar o que muitas vezes não consigo ver sozinho, e pelo privilégio da vida, por despertar essa manhã e por me dar razões pra sempre sorrir e perseverar. 

 Te agradeço pelo dom de viver meu Deus e peço que não me deixe ser medroso e que eu tenha coragem e esperança para conquistar cada sonho, meu ideal, que eu não seja egoísta na vida e com a vida, que eu aproveite o tempo precioso, a breve primavera que é viver. 

Da-me da tua alegria pra viver em toda e qualquer situação,de bem com a vida! Vida, obrigada por este novo dia, novo tempo! 

Quero agradecer a todos que fizeram meu dia feliz, ontem tive festa surpresa, fui ao cinema, teve almoço especial para mim, a noite sai, comi sushi. Foi um dia maravilhoso ao lado de pessoas mais que especiais. Não tenho paralvas a não ser OBRIGADO!

Abaixo, segue um video que publiquei agora no meu Facebook! 
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Meus 23 anos chegando 😍
Uma foto publicada por Flahvioh Soares (@flahvioh) em Dez 8, 2015 às 8:13 PST

Se eu morrer amanhã...

Se eu morrer amanhã, não me deem elogios que não mereço
Nem flores que nunca recebi
Tampouco lembranças que não tenham

Não me tragam lágrimas que não sintam
Mensagens que nunca me enviaram
Cartas de amor que não me deram

Não me entreguem afagos que jamais vivi
Palavras de amor que não me disseram
Preces e amizade que não me dedicaram

Beijos que minha boca não conheceu
Prazeres de que não compartilhei
Guardem nos corações em que não entrei

Não inventem histórias comigo, se me excluíram
Rechaço abraços que me sonegaram
Rejeito gestos ternos que me recusaram

Deem sorrisos ao meu rosto pálido
Cantigas alegres ao meu redor
Comam, bebam e dancem

Celebrem a minha morte!

Enquanto me divirto com o patético cerimonial
De quem não compartilhou da minha história
Mas alega saudade do que não viveu

A quem não experimentou a alegria
De participar da minha vida
Não permito que chore no meu funeral

Vou rir em silêncio, enquanto minha alma vaga
E retorna ao colo da Mãe que me gerou,
Agradecendo a indiferença e a incompreensão

O que fui nesta vida
Não se esgota com a minha partida.
Eu sou e sempre serei

Permaneço na memória dos meus afetos
E na imensidão do desafio de viver,
Ainda que morra

Se é que vou morrer um dia
Pois, essencial e insubstituível,
Sou imorredouro, eterno, imortal

Para quem ousou me conhecer
E, apesar disso, conseguiu me amar


Bem gente, amo esse texto a qual não sei quem pertence. Ele me faz refletir sobre quem está ao nosso lado e o que fazemos para agrada-las enquanto vivas. 

beijos por que amanhã é meu niver #Bday
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Star Wars: o despertar da força (Star Wars, 2016) é meio que voltar ao início da minha adolescência lá por volta de 2005, quado devia ter 13, 14 anos e fui ver Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith no cinema e fiquei fascinado por este universo. Quando criança, lembro que vinham personagens de Star War, que vendiam perto da minha escola e eu era viciado neles. Mas ainda não sabia o que era de verdade Star War.

O tempo passou e Eu nunca fui fanático por Star Wars, pois conheço maior galera que venera o filme e meu gostar não chega nem perto do gostar deles. Sem dúvidas eu reconheço seu status de clássico do cinema e o quanto ele ajudou a abrir portas para outros filmes serem produzidos. Gosto da história e seus personagens, acho legal tudo o que foi criado em torno, mas sempre tive mais interesse por outros gêneros.

Mesmo não tendo essa fixação toda pela saga, não tenho porque fugir ou negar toda essa cultura pop que há em torno dela… são frases, cenas memoráveis, personagens cativantes e até mesmo caracterizações que marcaram demais e entraram na vida das pessoas do mundo todo. Ou seja, gostando ou não, Star Wars faz parte e está mais do que presente no nosso cotidiano, não dá para evitar.

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.   

A produção do sétimo capítulo da série criada por George Lucas foi cercada de segredos, pouco era dito ou mostrado e acredito que toda essa estratégia tenha elevado ao máximo a experiência de ‘O Despertar da Força’. Eu  me vi ansioso para saber o que a Disney e o diretor JJ Abrahms (um dos meus favoritos) estavam aprontando. O resultado confesso ter sido chocante, eu vibrei de verdade com o que vi, entrei na história de um jeito que há muito tempo não entrava e pude sentir olhando para as pessoas o quanto elas estavam curtindo tudo aquilo. Não que não tenha sentido isso nos outros, mas aqui a pegada é muito diferente e posso dizer com certeza: FUI CONQUISTADO. Eles conseguiram prender a minha atenção e quando chegou ao fim só conseguia pensar em como queria mais de tudo aquilo, sabe o famoso gostinho de quero mais? Ele mesmo que ficou aqui. É uma trama lotada de aventura e mistérios onde a todo momento acontece algo, tudo BEM divertido, dinâmico e gostoso de assistir.

Os novos protagonistas, Rey e Finn são muito bem desenhados, carismáticos e tem traços fortes do mundo que vivemos, ela é a mocinha NADA indefesa e ele o rapaz que está indo contra tudo aquilo que foi imposto para sua vida. Apesar de iniciantes, deram conta total do recado e não vou me espantar se Daisy Ridley e John Boyega despontarem para a fama, pois talento e química demonstraram ter bastante.

Ahhh, isso sem falar no robôzinho BB-8 que dispensa qualquer comentário e nos personagens antigos que foram inseridos muito bem na nova trama, Harrison Ford velhinho mandando ver nas cenas de ação, gostei de ver :) Outra coisa que acho bom dizer e que pode não aparentar, mas este é um filme para fãs e não fãs, todo mundo consegue curtir da maneira apropriada. A história é explicada de uma forma leve e simples, mas não menos surpreendente, isso só realça a qualidade do roteiro e como ele foi feito para também fisgar uma nova geração.

Esteja preparado para muitas surpresas e fortes emoções, neste quesito eles também capricharam 😉 ‘Star Wars: O Despertar da Força’ é um filmaço, vale muito o ingresso e só reforça o quão grandiosa é esta saga. Não importa se você é criança ou adulto, homem ou mulher, CORRE PARA O CINEMA e divirta-se demais pois eles estão de volta e prometendo muitas emoções para os próximos anos.

PS: Faltam dois dias para meu aniversário! 
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Gente estou chorando, estou sem palavras para fazer essa resenha. Assim como em Jogos Vorazes: A Esperança Parte 1, também não vi trailer dessa última parte, por que como o livro é bem fraco, fiquei com medo de grandes expectativas, mesmo com momentos tão importantes para a Saga. Estou chorando por um motivos ... por saber que ano que vem não terá mais Jogos Vorazes. 

O filme retorna do ponto que Peeta foi resgatado e seus desvaneios em se envolver com Katnnis por considera-la sua maior inimiga. 
Ainda se recuperando do choque de ver Peeta (Josh Hutcherson) contra si, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é enviada ao Distrito 2 pela presidente Coin (Julianne Moore). Lá ela ajuda a convencer os moradores locais a se rebelarem contra a Capital. Com todos os distritos unidos, tem início o ataque decisivo contra o presidente Snow (Donald Sutherland). Só que Katniss tem seus próprios planos para o combate e, para levá-los adiante, precisa da ajuda de Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin), Cressida (Natalie Dormer), Pollux (Elder Henson) e do próprio Peeta, enviado para compôr sua equipe.
- SE VOCÊ LEU O LIVRO: 

O filme é muito fiel, as cenas, os diálogos, o destino de cada um. Só vai se decepcionar se suas expectativas estiverem na lua, mas isso não é um problema do filme. Para uma adaptaçao literária, está quase impecável, muito dificil ver um filme tão bem adaptado.
- SE VOCÊ NÃO LEU O LIVRO

Não será o filme da sua vida, não será a melhor coisa do mundo, não será totalmente surpreendente e não fugirá da proposta dos filmes do mesmo gênero, então, se você sabe o que esse tipo de obra tem a oferecer e mesmo assim quer assistir, faça de mente aberta e com a proposta de se divertir, não fique preocupado em assistir só para falar mal, neste caso pode-se aproveitar o seu tempo assistindo um filme do gênero que você gosta.

Mesmo fora da arena, Katnnis e seu pelotão estão sujeitos a armadilhas da capital para detê-los. Para Katnnis o mais difícil será conquistar novamente o amor de Peeta que se tornou uma arma mortal da Capital e a qualquer momento pode ataca-la. 
O filme é bem fiel ao livro sim, mas duas coisas me incomodaram bastante: a falta de sentimentos de Katniss (em especial), pois nos livros, depois que a Prim morre, ela acaba ficando traumatizada e demora um tempão para se recuperar desse choque (no filme ela continua a história como se nada tivesse acontecido, e depois dá só uma choradinha no final e acabou. Ela nem lembra mais que existe a Prim), isso sem contar na parte que o Finnick morre, na qual ela parece mais preocupada com o que o idiota do Gale está pensando dela do que se um de seus melhores amigos, que a ajudou em tantos momentos, está morto ou não. Outra coisa que me incomodou foi justamente a parte que a Prim morre. A Katniss acaba desmaiando, e assim que ela acorda, o Haymitch aparece e fala "A guerra acabou. Pegamos o Snow.". Sem mostrar absolutamente nada desse fim de guerra! Essa cena teve que ser passada para Woody Harrelson, com a morte de Philip Seymour Hoffman, que para mim fez grande falta. É assim que acabou no livro, é, mas no livro nós só temos o ponto de vista da Katniss. A frânquia abordou outros pontos de vista tantas vezes (principalmente nos dois primeiros filmes), mas não fez isso no momento mais crucial de todos, a captura do Snow e o fim da guerra? Pra que ter sentido, né...
Se você fez esses questionamentos, precisamos analisar primeiramente, que Jogos Vorazes não é uma saga cult. É um filme de mercado, de massas. Seria impossível e inimaginável o filme ocupar o lugar de '1984', por exemplo. O papel dele não é esse!  Ele não veio para mudar profundamente a sociedade e o cinema, e não veio com uma crítica certeira e forte a problemas sociais.  Ele mesclou parte isso, junto a um romance e um enredo feito para agradar um público juvenil e o mercado - bilheterias -.

Depois SIM, podemos analisar razoavelmente os filmes da saga, e em especial esse.
Falando sobre esse último, posso dizer que os personagens e o enredo são bem construídos, contém bastante cenas de ação, os efeitos são bem bacanas, e a história toda é bem desenvolvida.

Há alguns poucos pontos, onde ficaram algumas dúvidas, mas é impossível você ficar com vontade de encostar a cabeça e descansar, vendo o filme. Do meio, pro final então, é adrenalina direto.
Sobre a personagem protagonista, posso dizer que é uma das melhores e mais complexas que já vi, nos cinemas. A Katniss te surpreende a cada momento. A cada decisão! E ela cumpre exatamente com o seu papel, no final.
SPOILER - Desde o início da saga, já dava pra perceber que ela não tinha o interesse em virar uma líder, em vingar os mortos dos jogos, ou matar o presidente. Ela apenas questionava a forma como funcionava a sociedade, os jogos, a vida desigual entre capital/distritos, etc. Tudo isso, com aquele toque romântico, ingênuo, e - pode se dizer até - infantil. Pode ser dizer que ela tem características anarquistas, ou até comunistas, mesmo. Ela meio que rejeita o papel do Estado, num controle social.

A cena onde ela mata a Coin com a flecha, e deixa a população matar o Snow com as próprias mãos, diz muito disso. A partir daquele momento, o governo some! Ali não há um líder dos mais favorecidos, contra um líder da classe proletária. E me parece q é isso que agrada ela. Justiça! Enfim, é uma personagem alucinante!! Acredito q muitos só tenham ido aos cinemas, por causa dela. Ela quem levou as massas ao cinema. Talvez, já tenha até sua vaga garantida no time de grandes heroínas das telonas.

Agora deixa eu dizer novamente, Jogos Vorazes é uma saga feita para o mercado. Não esperem que dali saíra algo revolucionário, no sentido cinematográfico, social e crítico. É um filme que se junta a várias outras sagas - como Harry Potter, O Senhor dos Aneis, Divergente/etc, -, e tem como objetivo agradar seu público. Por isso que ele tem que ser analisado com muito cuidado. Porém isso não tira os méritos desse filme que foi intrigante e bem feito - do começo, ao fim -.

Já estou com Saudades! 
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Oiiiii amores, sei que ando sumido mas a vida está seguindo em um ritímo acelerado e tenho que segui-la. Esses dias iniciei uma jornada em nova empresa e estou muito feliz. Esse trabalho veio em uma boa hora, estava muito sem rumo na vida, sem esperanças e chateado com meio milhão de coisas. Mas não é um trabalho que vai me fazer mudar, Mudar tem que vir de dentro, viva, se ame, exale amor próprio =)

Mudar tem que vir de dentro, viva, se ame, exale amor próprio 💙💙💙💙
Uma foto publicada por Flahvioh Soares (@flahvioh) em Nov 7, 2015 às 6:01 PST
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Essa frase marcou meu dia,  pois me faz refletir sobre o momento que estou passando em minha vida. Tipo estou bem ausente, acho que to muito fechado em meu mundo, mas descobri o quanto podemos ser felizes e o tempo é a resposta e solução para tudo. 

Estou encantado pelo O Livro do bem, para quem não conhece foi escrito pela administradora da pagina Indiretas do Bem, do Facebook, que é uma page que compartilha todos os dias frases como, gente que ama chuva, gente que ama cachorros e creio que muitos conhecem já que a page tem 7 milhões de curtidas.

Eu gosto muito de livro interativo, mesmo que eu não tenha completado nenhum e não ter conseguido realizar nada que pede no Destrua Este Diário, por que teve coisas que achei muito sem noção e outras muito bobinhas o que não me levaram a ter interesse de completar o livro.  Eu acho bem legal essa ideia de você compartilhar suas ideias em um livro, que te permite participar dele. Com Um dia de cada vez eu consegui interagir muito bem com o livro, que é bem legal também ,mais ainda não era o que eu queria  e quando vi O livro do Bem, eu fiquei bem interessado. 

O livro é um incentivo para fazer coisas novas ou coisas que a gente nunca pensou em fazer  e realizar sonhos que a gente achava bobo, ou fica com receio do que os outros vão pensar. Mas é um livro cheio de coisas legais e principalmente com frases lindas e  motivadoras. 

Adorei! 

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Oi gente, semana passada eu assisti o filme Eu, você e a garota que vai morrer, que me foi muito bem elogiado e foi vencedor do Festival Sundance 2015, nas categorias Público e Crítica. E sem dúvidas alguma, fiquei bastante curioso com Ele, já que esse título nos dá uma idéia do que se trata a história. 

Mas se engana quem pensa que é mais um romance como A Culpa é das Estrelas, com um romance bem meloso. O livro chega a ser bem louquinho e com uma escrita própria de Jesse Andrews, sendo bem diferente dos gêneros que estamos acostumados. O filme me fez viajar bastante, então corri para ler o livro. 

Greg Gaines é socialmente invisível, Earl Jackson vem de um lar desajustado e Rachel Kushner tem câncer, mas Eu, você e a garota que vai morrer está longe de ser mais um dramalhão lacrimoso. Subvertendo clichês, o autor Jesse Andrews oferece um romance de formação que, com um estilo pop e original, consegue juntar irreverência e sensibilidade ao tratar dessa coisa maluca chamada morte

Greg é um cara bastante solitário, na verdade ele escolhe essa solução de a todo custo não atrair holofotes para ele, assim não arranjar conflito com ninguém, no ensino médio. Ele quer ser invisível, mesmo assim, ele possui um único amigo, Ear,  um garoto que também possui uma personalidade desprovido de ácida e de opinião própria. Os dois possuem uma relação bem estranha, que costuma dizer apenas colegas de trabalho. Pois a única coisa que os fazem amigos, é quando eles decidem sair para fazer um filme. 

Então Greg é esse cara na dele, até que sua mãe, conta que uma ex namorada dele está com leucemia e pede para ele se aproximar dela e animar seus últimos dias de vida. E ele é obrigado a procurar Rachel, que era uma pessoa que ele não estava ligando e tentar ajuda-la. 

O melhor deste livro é que o Greg não é um cara legal, ele é insuportavelmente chato e não liga para ninguém além dele. Mas isso é o barato, por que ele tem de chato, ele possui o dobro de engraçado. E isso é o diferencial, por que esse lado engraçado acaba ajudando Rachel. O Greg é um protagonista completamente diferente do que eu estava costumado, por que ele é meio frio, calculista, sacártico, mas essas características não fazem dele um cara chato, enjoativo ou um vilão, mais sim uma pessoa normal. E este é o barato do livro, por que o autor tenta ser real, mostrar Greg como um adolescente comum, não o mocinho nem o vilão.  

O livro chega a ser uma mistura entre tristeza e felicidade. A doença de Rachel nem seu estado chega a ser abordado, mais sim a maneira que Greag leva a vida. E eles acabam criando uma relação de amizade que não é bem uma amizade, eles acabam se apegando e ele diz que se não fosse aquela situação, eles nunca estariam se falando novamente.  

E ele decide fazer de tudo para animar Rachel e junto com Earl, fazer um filme especialmente para que ela veja antes dela morrer. Outro barato do livro que muitas partes são escritas como um roteiro de filme.  Os dois são gênios ou não, por que eles tentam fazer de tudo,montagens com fotos e depoimentos; entrevistas, colagem de filmes antigos; stopmotion e até fantoches de meia. E cada filme, chega a ser pior que o outro, até que eles chegam “o pior filme do mundo”. E no filme, essas cenas são tão lindas e cheias de cores, que chega enriquecer os olhos de quem assiste. 

Rachel veio para a vida de Greg para ele refletir melhor e isso é nítido quando ela morre, por que ele passa a pensar no que o filme significou para ela, mas principalmente para ele mesmo. Eu amei mesmo esse livro e o filme também, acho que foi muito bem adaptado, perdendo poucas coisas. Muita gente, não gostou de ambos, ou muito menos entendeu a história, mas podemos fazer muitas reflexões sobre a as fases da vida e as escolhas que devemos fazer ao longo dela. 


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Minha leitura dessa semana foi, O Lado Feio do Amor da autora Colleen Hoover , um romance meio erótico no estilo 50 tons de cinza. E claro, gostei muito por que sou clichê e não ligo para rótulos.
Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.

Miles tem um passado sofrido e esse passado o fez ser uma pessoa que não consegue amar. Simplesmente isso, ele não consegue amar, ele não quer amar e não se acha merecedor do amor. Ele é honesto sobre o relacionamento deles: é apenas sexo. Apenas sexo, nada de sentimentos ou qualquer coisa parecida. Por outro lado, Tate está literalmente de quatro pelo Miles. Ela não é ingenua e sabe que ele só quer sexo, mas mesmo assim ela,  não desiste nunca.  Ela está decidida a conquista-lo mesmo que isso a machuque.

Fiquei me perguntando: o que será que aconteceu com Miles que o vez não querer o amor? E quando eu descobri, eu fiquei sem chão. E esse segredo só é revelado bem no finalzinho do livro e, apesar de ser uma coisa muito chocante e doloroso, não achei que justifica o que ele faz Tate passar.

O livro intercala as narrações entre Tate e Miles, ora Tate no presente, ora Miles no passado a 6 anos atrás. Temos também a narração de Rachel, ex- namorada de Miles, que apesar de em um primeiro momento ter muita raiva dela, depois eu a entendi e tive uma admiração muito grande por ela.

No geral, o livro é muito bom. A trama é envolvente e tem uma leitura leve e fluida. Fiquei apaixonado pelos personagens secundários como, por exemplo, o Corbin, e também pelo Cap, um senhor de 80 anos que trabalha no prédio, e Tate nutre uma grande admiração por ele. Cabe ressaltar que o livro tem um tem um alto teor sexual e, nossa, fiquei de queixo imaginando o ator Nick Bateman protagonizando essas cenas... ai ai, o cara é muito QUENTE! hahah




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Hoje é quinta e dia de cinema. Hoje fui ver Perdido em Marte (The Marcians, 2015). Esperem, não, não é Interstellar, mesmo com tantas familiaridades, não fui ao cinema esperando que fosse, acredite, não fui. Mas não estou aqui para fazer comparações entre ambos, mas sim para falar em mais uma vez hollywood resgatar Matt Damon.  

Uma coisa que não sabia e me envergonho de dizer, o filme é baseado no livro Andy Weir, também chamado Perdido em Marte (Editora Arqueiro), mas como não o li, não posso fazer aqui uma análise comparativa das duas obras, a literária e a cinematográfica. E sim, se tivesse lido, eu faria. Esse receio que algumas pessoas têm em fazer essas comparações é infundado. Quem estudou roteiro sabe: é preciso muito trabalho e respeito pela obra para fazer a adaptação da história de um livro para a tela de cinema, e ainda manter a essência da narrativa. 
No filme, conhecemos Mark Watney, um astronauta que é deixado para trás, em Marte, logo depois de ser atingido por uma antena de comunicação em meio a uma tempestade de areia violenta que obriga seus companheiros de tripulação a abortarem a missão na qual trabalhavam no Planeta Vermelho. O problema é que, além de estar incomunicável com a Terra, ninguém sabe que Mark continua vivo. Sua única chance de resgate consiste em aguardar a chegada de uma nova nave, que será enviada pela Nasa, em 4 anos. Como sobreviver, com estoque limitado de água e de comida e com recursos que foram feitos para durar por apenas 31 dias? É isto o que Watney terá que descobrir, utilizando-se do seu conhecimento de botânica e engenharia, já que se recusa a morrer em solo inóspito e sozinho.
O forte do filme é a superação, que Mark Watney se ver obrigado a conquistar dia a pós dia para garantir sua sobrevivência. Ter que encontrar formas de se alimentar, inventar uma horta com fezes, ter que reconstruir sua base, encontrar forma de se comunicar com a terra. Não se trata de um ESQUECERAM DE MIM em Marte, já que os seus colegas ficam preocupados e tristes com sua suposta morte. Mas Mark acorda e decide sobreviver diante daquelas circunstâncias tão terríveis. Afinal, ficar tantos milhões de quilômetros afastados da Terra em um planeta em que não dá sequer para respirar o ar não é para qualquer um.

O erro do filme é não ser inovador, sendo possível compara-lo com inúmeros outros. É possível fazer um paralelo com um filme superior: GRAVIDADE, de Alfonso Cuarón, no qual Sandra Bullock se vê sozinha no espaço, no meio do nada. Acontece que PERDIDO EM MARTE não é um filme de naufrágio que foca apenas nas dificuldades de sobrevivência e na inteligência de Mark, mas também vemos o que acontece na Terra quando os executivos da Nasa avisam que perderam um homem na missão espacial e depois avisam que ele está vivo para o povo, que passa a acompanhar diariamente o drama do astronauta. Também vemos, ainda que pouco, cenas na nave que se encaminha de volta para o nosso planeta.


De fato, o filme tem um elenco notável, além de Matt Damon, estão também: Jessica Chastain (A Hora Mais Escura), Kate Mara (House of Cards) e Sebastian Stan (Cisne Negro). Sim, a lista é longa, e até mesmo por isso, penso eu, alguns possam vir a fazer comparações com Interestellar, afinal, há similaridades também no elenco.  Aliando ficção científica, cenários espetaculares, uma pitada de drama e humor negro, Perdido em Marte tem a combinação perfeita para deixar os espectadores vidrados em sua trama.

Veja o trailer: 



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E vamos continuar o nosso amor pelas sagas com a estreia dessa semana da segunda parte de Maze Runner: Prova de Fogo. Só consegui ver hoje, por motivo de quem iria me acompanhar só podia ir hoje e para não deixar chateado não fui antes, por que sou um bom amigo.
Após escapar do labirinto, Thomas (Dylan O'Brien) e os garotos que o acompanharam em sua fuga da Clareira precisam agora lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles precisam lidar com criaturas disformes chamadas Cranks, que desejam devorá-los vivos. 

Pois continuando...Uma vez que, graças a Thomas (Dylan O’Brien), os jovens conseguiram fugir do labirinto e chegar a uma estação secreta no final do primeiro filme, neste segundo eles são acolhidos, mas Thomas em especial já percebe que algo que está muito errado naquele lugar.  Enquanto os outros Minho (Ki Hong Lee), Teresa ( Kaya Scodelario) e Thomas  (Brodie-Sangster) Thomas , acreditam que estão no paraíso dentro daquelas instalações situadas no meio do nada, quando a Terra foi devastada pelo calor do Sol e sobraram alguns sobreviventes de doenças, sendo que aquela organização era responsável por estudar e procurar a cura.

Junto com Aris Jones (Jacob Lofland), um dos garotos da instalação,  Thomas bola um plano de fuga para tirar todos os seus amigos dali. É nesse ponto que começa o gancho do filme, eles fogem para o deserto e descobrem que o mundo chega a ser mais ameaçador que o próprio labirinto.  Uma delas são os um zumbi, o que achei muito sem graça e um ponto negativo do filme, já que zumbis estão em todo lugar hoje em dia. Mas, enfim, isso não chega a atrapalhar o modo eficiente com que Wes Ball conduz a narrativa.


Além dos perigos do deserto, eles passam a procurar aliados e refúgio um deles é  Brenda (Rosa Salazar), que me agradou muito como personagem, mas me decepciona agora em todas as sagas quererem investir em triângulos amorosos. Há uma virada, perto do final, que o aproxima de um filme de guerra e que ajuda a valorizar tanto os personagens quanto suas motivações, fazendo uma ponte muito boa para o terceiro filme, que já está confirmado com a direção do mesmo Wes Ball.

Um dos méritos do filme é conseguir se manter nas suas mais de duas horas de projeção num ritmo de ação quase non-stop. É bem mais objetivo, simples e efetivo do que, por exemplo, a franquia Divergente, que é bem morna. No caso de Prova de Fogo, a sustentação se dá mais na ação, mas há todo um contexto de rebeldia adolescente, de achar que o mundo está sempre contra você (e no caso, está mesmo), que contagia.

Thomas decide, instintivamente, agir e levar seus colegas junto para enfrentar perigos. Mas pode-se atribuir esse último detalhe como uma característica ariana do personagem, de agir por impulso e de, ao mesmo tempo, ter espírito de liderança e também de trazer confiança para os demais. Além do mais, não deixa de ser interessante esse tatear no escuro, esse caminhar diante do desconhecido.

Veja o trailer: 




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Se você me cativar então vamos precisar um do outro. Para mim você será o único do mundo #opequenoprincipe 

Olá gente, só consegui ver hoje O Pequeno Príncipe (Le Petit Prince, 2015), que estava mega anscioso para ver e sem dúvidas algumas superou minhas expectativas e saio com os olhos lacrimejados.  ️Não era uma tarefa fácil adaptar um dos livros mais queridos e lidos de toda a história, afinal, como trazer algo de novo sem comprometer uma história que várias gerações aprenderam a amar? Para a alegria dos fãs a boa notícia é que o diretor Mark Osborne conseguiu fazer um filme que mantém a essência do livro e de quebra nos apresenta uma história completamente nova. 

Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra. 

São duas histórias paralelas, que em determinado momento se cruzam. Destaque para as opções visuais do filme que utiliza duas linguagens: na história “real”, focada na menina e no aviador, a animação é em CGI; já na imaginação, onde vive o Pequeno Príncipe, é usado stop-motion que proporcionam cenas incrivelmente belas. 

E sim, eu poderia detalhar a história que existe além dos livros pra vocês, mas fazer isso seria tirar o que o filme tem de melhor: que é a surpresa de conhecer uma história nova que contextualiza as frases filosóficas do pequeno príncipe no nosso fadigado mundo das pessoas grandes. 

É certo que embora o filme passe valores maravilhosos existe alguns maus exemplos para uma criança, mas se entendermos que o filme serve para dar um contrapeso para a dura realidade em que vivemos, tudo fica mais aceitável. Até porque o livro/filme não deixa de ser uma crítica ao nosso modo de vida que em meio a tantas cobranças e falta de tempo nos faz esquecer do que realmente é essencial. 

No que se refere ao livro pouca coisa foi deixada para trás, as frases de efeito que nos fazem refletir e nos emocionar estão todas lá, destaque para: “A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar”, que foi devidamente contextualizada, provocando um verdadeiro derramamento de lágrimas em mim e em todo o cinema. 

Mais do que contar duas histórias, o filme consegue ir além ao apresentar o que seria a continuação do pequeno príncipe, que embora cause certo estranhamento, proporciona uma ótima reflexão que nos faz indagar: aonde esta aquela criança que havia em nós e que via o mundo com olhos menos conformados? E por favor, não se esqueçam: “só se vê bem com o coração o essencial é invisível aos olhos”.
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Olá gente, estou muito viciado nessa música ultimamente. A conheci através de uma peça que fiz a qual ela fazia parte da trilha e consegui deixar de esculta-la. 




I Surrender

Here I am
Down on my knees again
Surrendering all
Surrendering all

Find me here
Lord as You draw me near
Desperate for You
Desperate for You

Drench my soul
As mercy and grace unfold
I hunger and thirst
I hunger and thirst

With arms stretched wide
I know You hear my cry
Speak to me now
Speak to me now

I surrender
I surrender
I want to know You more
I want to know You more

Like a rushing wind
Jesus breathe within
Lord have your way
Lord have your way in me

Like a mighty storm
Stir within my soul
Lord have your way
Lord have your way in me
Eu me rendo


Eis me aqui
De joelhos novamente
Entregando tudo
Entregando tudo

Estou aqui
Buscando a ti, Senhor
Desesperado por ti
Desesperado por ti

Encha minha alma
Da Tua graça e amor
Sacia meu ser
Sacia meu ser

Abraça me
Escuta meu clamor
Fale comigo
Fale comigo

Eu me rendo
Eu me rendo
Quero conhecer-te mais
Quero conhecer-te mais

Como um vento intenso
Sopra em meu viver, Jesus
Faz teu querer Senhor
Faz teu querer Senhor, em mim

Como um vendaval
Agite minha alma
Faz teu querer Senhor
Faz teu querer Senhor, em mim


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Em minhas andanças na Livraria Cultura, encontrei quase escondido o incolor Tsukuru Tazaki e seus anos de peregrinação. Claro o título me despertou bastante curiosiodidade, também pela capa que achei bem interessante e pelo autor Haruki Murakami a qual não conhecia seu trabalho. 
Tsukuru Tasaki é um cara comum. Não tem nada de especial, absolutamente nada. Não tinha as melhores notas, não era particularmente bom em nada. No entanto, por algum motivo, ele fazia parte de um grupo de amigos no Ensino Médio. Nesse grupo havia um total de 5 pessoas, três meninos e duas meninas, e cada um deles, exceto Tsukuru, carregava no sobrenome o nome de uma cor. Bela coincidência, mas Tsukuru sempre se sentiu excluído por não ter uma cor no sobrenome. Ele era o Incolor. Mais uma vez, Tskuru não se destacava. Quando terminaram o Ensino Médio, Tsukuru mudou-se para Tóquio e seus amigos queridos continuaram na pequena cidade de Nagoia. Entretanto, seus amigos resolveram cortar amizade com Tsukuru, não queriam vê-lo nem forrado de ouro. Tsukuru não questionou a decisão do grupo, acabou aceitando essa cruel realidade. Poxa, esses eram os únicos amigos que Tsukuru tivera na vida. 

A premissa parece boba, não é? Pois parece sim, mas não é. Simplesmente um cara que foi forçado a perder os únicos amigos que conquistara e que passa o resto da vida sofrendo por conta disso. A  história  me empolgou bastante, mas Murakami é sem dúvidas um mestre absoluto (haha!) ele consegue transformar essa pequena fatalidade da vida de Tsukuru em arte. Gosto de comparar esse livro com o filme Melancolia do Lars Von Trier, é claro que as histórias são diferentes, mas existe algo em comum nos personagens. Ambos são pessoas iluminadas e apagadas ao mesmo tempo. No caso de Tsukuru, um homem comum, foi apagado por ter sido negado, por ter sofrido calado por tantos anos. E ao mesmo tempo, ele é iluminado pois nunca de fato desistiu da vida, no fundo sempre soube havia esperança. Assim como a personagem Justine, em Melancolia. Além disso, na minha opinião, o livro inteiro é uma melancolia, algo delicado, cercado por uma música levemente tocada no piano que te faz sofrer mas você não percebe. Aliás, essa música faz parte do livro tanto quanto o próprio Tsukuru. 

E após 16 anos de ter sido excluído do grupo, Tsukuru finalmente resolve ir questionar seus ex-amigos. Hey, lembra de mim? Por que me excluíram do grupo há 16 anos atrás? E com isso ele faz sua busca por respostas. Mas ele não descobre apenas o porquê da exclusão, ele descobre muitas coisas sobre ele mesmo. Amadurece, evolui. É um personagem rico em sentimentos, em percepções. Um cara comum, de fato. Só mais um cara que entra em um estação de trem, senta, e observa o movimento incessante de pessoas indo e vindo. 

A atmosfera dessa narrativa é fria. Em parte por causa dos pensamentos melancólicos do personagem, em parte pela calma música clássica que é tão belamente descrita que pude ouvi-la na minha imaginação diversas vezes. Em parte por conta do clima corriqueiro e cinza de Tóquio. Na boa, é uma narrativa muito bonita, muito bem escrita. O real significado não se encontra na resposta dos amigos de Tsukuru, mas sim na essência do personagem. Penso que nunca conheci nenhum outro personagem tão sincero e tão humano, simples, real. Todos nós temos nossas feridas, nossos momentos ruins, momentos incríveis, dúvidas, decepções, tudo isso e muito mais. Assim como Tsukuru. E apesar das bofetadas da vida, ele segue em frente. Assim como nós.
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Acabei de sair do cinena e vim correndo escrever sobre Missão Impossível- Nação Secreta (Tô de bom humor e pra quem tem disposição kkk). Não há elogio que descreva o trabalho de Tom Crusie neste filme, por que ele foi genial,  atuou,  ajudou a reescrever roteiro e a escolher o diretor e ainda produziu. Se o filme é o que é, é devido ao tempo e ao esforço pessoal colocados por Cruise nele. Sem falar que algumas cenas, ele não usou dublê. 


Na trama, a Impossible Mission Force se vê desmantelada pelo governo justamente no momento em Hunt mais precisava do seu apoio. Ele persegue uma organização terrorista chamada Sindicato, que possui motivações e uma organização mais complexa do que qualquer outra que Ethan Hunt enfrentou antes. Agora, ele se vê em duas frentes de batalha: fugindo do seu próprio governo e perseguindo o inimigo, e seus únicos aliados ou estão de mãos atadas ou possuem ações bastante questionáveis.

O filme puxa um pouco de Protocolo Fantasma, e algumas coisas do terceiro MI, o que não é um defeito, pois ele continua com a mesma adrenalina dos ultimos. Os dialogos não são tao explorados como as cenas de ação, para valorizar habilidades físicas e técnicas de cada um dos personagens. O que já é explorado. 

Ele é bem organizado e, embora se delongue um pouco demais no final, o que pode ser um pouco cansativo para os mais sensíveis a adrenalina que o filme dispara, tudo tem o seu lugar e ele entrega exatamente aquilo que o público espera de um blockbuster para encerrar o verão: ação de qualidade, filmada com competência e um elenco carismático. Todos os elementos que tornam as franquias de espionagem e ação estão lá: carros voando, tralhas tecnológicas, garotas saindo sensualmente da água. 

Um bom filme de ação. Claro, é possível que você não se lembre de muita coisa algumas horas depois do término do filme. Até porque, é tanta explosão e correria que é até bom relaxar um pouco depois do fim da sessão. Mas depois que você retomar o fôlego, volte para a franquia e espero pelo próximo MI. Porque, pelo pique de Tom Cruise nesse filme, ele e seu Ethan Hunt ainda gritarão por muito tempo: Never Say Die!
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Sei que as férias estão quase acabando, mas eu to aproveirando esses dias para colocar Under The Dome em dia. Eu meio que gosto de series de suspense quase todas com um enredo parecidos, um grupo de pessoas, presas em determinado lugar que tem um segredo e elas tem que descobrir o que é. Assim foi em Lost, Unce Upon A Time e um pouquinho parecido em Sense 8. E é mais ou menos isso que acontece em Under The Dome. 





Sinopse:


Under the Dome segue a história dos moradores da pequena cidade de Chester’s Mill. Presos sob um misterioso domo que surgiu no céu, e liderados por um veterano da Guerra do Iraque (Mike Vogel), os moradores se unem para manter a ordem e lutar contra a barreira que os isola do resto do mundo.
Completam o elenco Rachelle Lefevre, Dean Norris, Aisha Hinds, Natalie Martinez, Britt Robertson, Jolene Purdy, Nicholas Strong, Colin Ford e Alex Koch.
King lançou o livro em 2009 depois de 20 anos trabalhando na história, com mais de mil páginas. Brian K. Vaughan (Lost) escreve o roteiro do piloto que será dirigido por Neils Arden Oplev, responsável pelo Os Homens Que Não Amavam As Mulheres original. Neal Baer, Justin Falvey, Darryl Frank, Stacey Snider e King serão produtores-executivos.


Sabe o filme dos Simpsons? É mais ou menos aquilo que acontece em Chester’s Mill uma cidadezinha normal do interior, com pessoas comuns vivendo sua vida sem nenhuma grande emoção. Inclua corrupção, adolescentes rebeldes, fugitivos e tudo que poderia existir em qualquer outro canto do mundo, porém o que os moradores da pequena. Uma redoma surge do nada, impedindo que as pessoas saiam ou entrem em Chester's Mill.

 A primeira parte da série ficou mais focada nos personagens, seus envolvimentos, segredos e relações quando estão todos presos e se vêem obrigados a interagir de forma intensa. E eles são cheios de segredos, mas também precisam encontrar uma maneira de sobreviver dentro da redoma, sem comida, energia e remédios. Na segunda metade, a redoma que tinha sido apenas plano de fundo até então, ganhou destaque e coisas sobrenaturais e inexplicáveis começaram a ocorrer, deteriorando ainda mais a relação dos personagens. O drama psicológico somado aos mistérios me ganhou! Eu to aqui ficando louco com essa série. 

Devorei as duas temporadas em menos de uma semana e para minha tristeza a terceira temporada ainda não acabou o que vai me deixar mais aflito por que vou ter que ficar esperando os episódios. Eu sou meio que assim, não costumo assistir series que todo mundo assiste, nem quando ficam me indicando por que as vezes você assiste não por estar gostando mais por causa da pessoa que indicou. 

Muita gente que leu o livro, anda dizendo que a série está tomando um rumo diferente, mas como ainda não li o livro continuo gostando. E cada personagem, que legal não ter um principal, mas um núcleo importante na série estão me conquistando. 

 Estou louco para saber o que é o Domo, algo do governo ou alienígena?
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Se tem uma coisa mais libertador é musica. Não sou muito chegado a funk, mas quando tô na deprê é ela que me socorre. Sei lá gente, é muito dificil manter um relacionamento, principalmente quando apenas uma parte se doa de verdade. E essa música tem sido meu consolo esses dias e melhorado minha alto estima #MeJulguem kkk  aperta o o play em Deixa Ele Sofrer da Anitta 



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Sabe quando voce começa a ler um livro com vergonha alheia? Sou eu quando comecei o Diario de um Adolescente Apaixonado. Serio! Ele me apareceu em meio a um desabafo da minha atual e tragica vida amorosa com minha amiga e ela me falou sobre o livro. Eu meio que tá, para tenho 22 anos. No outro dia ela me apareceu com uma embalagem de presente bacaninha, e eu contente por ganhar um presente, sabendo que era um livro e quando abri. Ok obrigado '-'

Sinopse:

 Ele suou frio quando deu o primeiro beijo. Já sofreu bullying na escola. Já gostou de quem não gostava dele. Sente muita falta de quem foi embora. Já brigou com a namorada por Whatsapp e depois pediu desculpas. Ele não troca os amigos por ninguém. Se bem que amigo, AMIGO mesmo, pra ele, é a família.Em 24 crônicas bem-humoradas (claro), o Rafa conversa com a gente como se estivesse bem pertinho. Acostumado a mostrar o rosto na internet, ele criou coragem e começou a escrever sobre as situações da sua infância, sua relação com a família, com as meninas, com os amigos. De cada história, ele tirava uma reflexão sobre as mudanças que já aconteceram na sua vida e o que ele aprendeu com elas. O resultado está aqui, neste livro que você vai ler e depois abraçar bem apertado.

MAS VENHO AQUI DIZER, QUE MUDEI COMPLETAMENTE MINHA CONCEPÇÃO SOBRE O LIVRO! Me peguei pensativos em diversos trechos, realmente alguns acontecimentos são o que estou passando. (Como esses das fotos)

Com 27 crônicas e muitos acontecimentos, Diário de Um Adolescente Apaixonado é um relato sincero, profundo e, muitas vezes, engraçado, que mostra como ser adolescente não é sinônimo de ser irresponsável ou imaturo. Rafael fala abertamente sobre seus relacionamentos, além de contar situações engraçadas - ou não - e mostra uma visão masculina e é legal acompanhar a forma espontânea com a qual ele narra os fatos e não pense que é uma leitura boa só poder ter sido escrita por um garoto de 17 anos. O livro traz uma leitura interessante com crônicas que nos levam a refletir e não uma história corrida. Ele diz ter medo, ser orgulhoso em alguns momentos, inseguro em outros e, principalmente, não tenta mostrar ser o que não é. É fácil perceber a franqueza em sua narrativa e como ela influenciará os leitores da mesma idade que precisam esquecer essa moda de "parecer mais do que ser.


 Três assuntos importantes que Rafael aborda também são perdão, sonhos e escolhas. Ele trata dos três assuntos em momentos diferentes mas podemos ver ligação entre eles fácil: o autor afirma que devemos sim correr atrás e acreditar em nossos sonhos, mas antes devemos aceitar as consequências dos nossos atos. A vida é feita de escolhas e os resultados dela só vem depois de decisões nossas. Não adianta ficar se lamentando, querendo colocar a culpa em algo ou tentar mudar depois que já fez. Nós julgamos as coisas boas e ruins para nós mesmos agora, se elas são realmente o que pensamos, só saberemos com o tempo e devemos aceitar isso diariamente sem nos iludir criando expectativas de mudanças repentinas.


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Oi gente! Apenas agora venho fazer a resenha sobre Cidades de Papel. Assim aconteceu que: Acabei não indo ver a pré-estreia e ontem após o filme fiquei dando uma volta pelo shopping e cheguei tarde em casa, não tendo cabeça para escrever. Então só agora, que não é um atraso grande, venho postar para voces!



Cidades de Papel - Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. 

Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. 

Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.


Esse foi o único livro do John Green a qual eu posso dizer que não me conquistou, não é a toa que levei cerca de 1 mês para ler 361 paginas, coisas que levo um dia quanto to empolgado. A história é bem envolvente no inicio, mas do meio em diante, ou talvez pela narração do personagem, fica cansativo. Margo é a menina fascinante do ensino médio, que de repente invade a casa do seu vizinho e o chama para a noite mais eletrizante de sua vida. Os dois saem por aii comprando coisas inusitadas para pregar peças em pessoas que subestimaram Margo. 

No outro dia ela some. Depois disso comecei a achar que a historia ficou monótona (No livro.) E fica! Mas o grande diferencial do filme, é que ele se desprende do livro e dá uma incrementada na jornada de Quentin para encontrar pistas que levem ao paradeiro de Margo. Agora temos cenas que não se tem na historia original, como quando Radar e Ben fazem um sotaque britânico ou cantam Pokémon .

 Margo é uma personagem egoísta, que acaba se colocando no centro do universo de seus pais e amigos. E toda vez que foge de casa, acaba esquecendo que as pessoas em sua volta se sentem culpadas e magoadas. Entretanto, Quentin é ainda pior. A personagem coloca Margo como centro de seu universo e ainda por cima pressiona os seus amigos a fazerem o mesmo. E por isso, Q. acaba deixando de lado sua vida social, e se torna o homem completamente diferente que seus pais imaginaram ser. E, para completar, acaba indo em busca de Margo.


Assim, eu o vejo como um filme de baixo orçamento a qual não se preocuparam em muitos aspectos, por já saber que vem de uma fórmula do sucesso. A fotografia chega agradar em parte e decepcionar em várias outras. A trilha sonora que devia ser algo bem trabalhado simplesmente não conquista, podia ter um Ed Sherran, que até é citado. E juro, que acho Cara Delevingne, mas ela deixou muito a desejar interpretando Margo, merecia mais personalidade. Já o Nat é um fofo! 

Mas por outro lado realmente adorei o filme! Ri por diversas vezes, me emocionei e realmente me aprofundei no mistério que foi o desaparecimento de Margo. O que mais gostei foi que ele consegui ser mais profundo que o livro, mudando algumas partes da história, que as deixaram mais importante. Como o final, ele é completamente diferente do livro. 

E fica a mensagem... Pessoas entram e saem da nossa vida e quando elas se forem devemos deixá-las partir, seguir seu rumo, afinal a humanidade enfrenta uma luta de todos contra todos, não conseguimos fazer nada pensando em ninguém, somos egoísta por natureza. As piores tragédias podem ser as nossas maiores aventuras. Achei Genial! 



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