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Minha leitura dessa semana foi, O Lado Feio do Amor da autora Colleen Hoover , um romance meio erótico no estilo 50 tons de cinza. E claro, gostei muito por que sou clichê e não ligo para rótulos.
Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.

Miles tem um passado sofrido e esse passado o fez ser uma pessoa que não consegue amar. Simplesmente isso, ele não consegue amar, ele não quer amar e não se acha merecedor do amor. Ele é honesto sobre o relacionamento deles: é apenas sexo. Apenas sexo, nada de sentimentos ou qualquer coisa parecida. Por outro lado, Tate está literalmente de quatro pelo Miles. Ela não é ingenua e sabe que ele só quer sexo, mas mesmo assim ela,  não desiste nunca.  Ela está decidida a conquista-lo mesmo que isso a machuque.

Fiquei me perguntando: o que será que aconteceu com Miles que o vez não querer o amor? E quando eu descobri, eu fiquei sem chão. E esse segredo só é revelado bem no finalzinho do livro e, apesar de ser uma coisa muito chocante e doloroso, não achei que justifica o que ele faz Tate passar.

O livro intercala as narrações entre Tate e Miles, ora Tate no presente, ora Miles no passado a 6 anos atrás. Temos também a narração de Rachel, ex- namorada de Miles, que apesar de em um primeiro momento ter muita raiva dela, depois eu a entendi e tive uma admiração muito grande por ela.

No geral, o livro é muito bom. A trama é envolvente e tem uma leitura leve e fluida. Fiquei apaixonado pelos personagens secundários como, por exemplo, o Corbin, e também pelo Cap, um senhor de 80 anos que trabalha no prédio, e Tate nutre uma grande admiração por ele. Cabe ressaltar que o livro tem um tem um alto teor sexual e, nossa, fiquei de queixo imaginando o ator Nick Bateman protagonizando essas cenas... ai ai, o cara é muito QUENTE! hahah




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Hoje é quinta e dia de cinema. Hoje fui ver Perdido em Marte (The Marcians, 2015). Esperem, não, não é Interstellar, mesmo com tantas familiaridades, não fui ao cinema esperando que fosse, acredite, não fui. Mas não estou aqui para fazer comparações entre ambos, mas sim para falar em mais uma vez hollywood resgatar Matt Damon.  

Uma coisa que não sabia e me envergonho de dizer, o filme é baseado no livro Andy Weir, também chamado Perdido em Marte (Editora Arqueiro), mas como não o li, não posso fazer aqui uma análise comparativa das duas obras, a literária e a cinematográfica. E sim, se tivesse lido, eu faria. Esse receio que algumas pessoas têm em fazer essas comparações é infundado. Quem estudou roteiro sabe: é preciso muito trabalho e respeito pela obra para fazer a adaptação da história de um livro para a tela de cinema, e ainda manter a essência da narrativa. 
No filme, conhecemos Mark Watney, um astronauta que é deixado para trás, em Marte, logo depois de ser atingido por uma antena de comunicação em meio a uma tempestade de areia violenta que obriga seus companheiros de tripulação a abortarem a missão na qual trabalhavam no Planeta Vermelho. O problema é que, além de estar incomunicável com a Terra, ninguém sabe que Mark continua vivo. Sua única chance de resgate consiste em aguardar a chegada de uma nova nave, que será enviada pela Nasa, em 4 anos. Como sobreviver, com estoque limitado de água e de comida e com recursos que foram feitos para durar por apenas 31 dias? É isto o que Watney terá que descobrir, utilizando-se do seu conhecimento de botânica e engenharia, já que se recusa a morrer em solo inóspito e sozinho.
O forte do filme é a superação, que Mark Watney se ver obrigado a conquistar dia a pós dia para garantir sua sobrevivência. Ter que encontrar formas de se alimentar, inventar uma horta com fezes, ter que reconstruir sua base, encontrar forma de se comunicar com a terra. Não se trata de um ESQUECERAM DE MIM em Marte, já que os seus colegas ficam preocupados e tristes com sua suposta morte. Mas Mark acorda e decide sobreviver diante daquelas circunstâncias tão terríveis. Afinal, ficar tantos milhões de quilômetros afastados da Terra em um planeta em que não dá sequer para respirar o ar não é para qualquer um.

O erro do filme é não ser inovador, sendo possível compara-lo com inúmeros outros. É possível fazer um paralelo com um filme superior: GRAVIDADE, de Alfonso Cuarón, no qual Sandra Bullock se vê sozinha no espaço, no meio do nada. Acontece que PERDIDO EM MARTE não é um filme de naufrágio que foca apenas nas dificuldades de sobrevivência e na inteligência de Mark, mas também vemos o que acontece na Terra quando os executivos da Nasa avisam que perderam um homem na missão espacial e depois avisam que ele está vivo para o povo, que passa a acompanhar diariamente o drama do astronauta. Também vemos, ainda que pouco, cenas na nave que se encaminha de volta para o nosso planeta.


De fato, o filme tem um elenco notável, além de Matt Damon, estão também: Jessica Chastain (A Hora Mais Escura), Kate Mara (House of Cards) e Sebastian Stan (Cisne Negro). Sim, a lista é longa, e até mesmo por isso, penso eu, alguns possam vir a fazer comparações com Interestellar, afinal, há similaridades também no elenco.  Aliando ficção científica, cenários espetaculares, uma pitada de drama e humor negro, Perdido em Marte tem a combinação perfeita para deixar os espectadores vidrados em sua trama.

Veja o trailer: 



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